Transtorno de déficit de atenção com ou sem hiperatividade

Atualizado: Mai 11



o transtorno tem feito parte da vida humana provavelmente desde sempre. Quando clínico caracterizado por desatenção, impulsividade e hiperatividade, mudou de nome muitas vezes nos últimos cem anos, variando de acordo com as linhas de pesquisas sobre a causa do problema que ficava sempre entre os pólos biologia e educação familiar faltosa. Finalmente, os estudos mostraram que haviam realmente alterações metabólicas no funcionamento do cérebro, o que tornava o comportamento de alguém com esse transtorno como um problema de ordem neurobiológica e não mais um defeito de controle moral. Por se tratar de uma condição invisível, sem indicação física de deficiência. Pais, professores e toda as pessoas que lidam com um portador de TDAH precisam saber reconhecer os sintomas da condição para poder distingui-la de outros comportamentos.

As pesquisas de um meio familiar tumultuando ou de uma família disfuncional, mas o transtorno não é resultado de um meio familiar tumultuado ou de uma família disfuncional, o transtorno só se desenvolve se houver predisposição e que lares com essa criança. As pesquisas são bem claras de um meio familiar tumultuado ou de uma família disfuncional, mas o transtorno só se desenvolve se houver predisposição, e que lares com essa criança definitivamente mais conturbados do que outros. Os pais frequentemente, experimental alto nível de stress, depressão e culpa. Entendendo que o TDHA é um problema neurobiológico de ordem genética, e que ninguém é responsável por ele, é possível diminuir os sentimentos de culpa, que a maioria dos pais carrega.

A maneira mais eficiente de tratar o TDHA, , e a que mais traz resultados positivos, é o trabalho multidisciplinar, que envolve tanto abordagens individuais, como estratégias para as outras pessoas. O primeiro passo nesse treinamento multidisciplinar é a psicoeducação dos pais. É de suma importância, que eles se informem o melhor possível sobre o transtorno em si e as estratégias que ajudam a minimizar os problemas acarretados por ele, para que possam orientar o filho portador, fazer as acomodações necessárias no ambiente familiar e elucidar ou colaborar com a escola e os terapeutas necessários para o tratamento clinico.

A escola é um campo minado para alunos com déficit de atenção e hiperatividade. Começando com a educação infantil, a criança precisa aprender a lidar com as regras, a estrutura e os limites de uma educação organizada. A escola que melhor atende as necessidades dos portadores desse transtorno é a que busca desenvolver o potencial próprio de cada aluno, enfatizando suas características únicas, perceber seus pontos fortes e tentar superar os pontos fracos, pois eles precisarão de apoio e intervenção acadêmica com maior intensidade. Finalmente, é preciso verificar o nível de conhecimento da direção dos professores a respeito do assunto.

Conhecendo as dificuldades que ocorrem em famílias com crianças portadoras desse transtorno, é possível que os professores compreendam as atitudes dos pais, da mesma forma que os pais podem se sensibilizar com a situação dos professores se souberem das reais dificuldades que seus filhos encontram na escola. É importante que os pais e professores tornem- se parceiros de uma mesma empreitada e não rivais de uma disputa. O objetivo de todos é garantir um futuro de qualidade para essas crianças e jovens, e isso só é possível se houver estreita colaboração entre família e escola. A ação mais eficaz para permitir a acomodação dos sintomas, a minimização dos efeitos nocivos da condição e a possibilidade de desenvolvimento adequado, consiste em tratamento multidisciplinar e continuo que propicie a chegar a vida adulta com a perspectiva de uma vida mais produtiva, satisfatória e feliz.

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